EU, EU MESMA E MULHER

8 de março, Dia Internacional da Mulher

A jovem, mulher independente e corajosa, rompe tabus e acumula vitórias como a sua inserção no mercado de trabalho, ampliação de sua liberdade sexual e reprodutiva, a conquista da independência financeira e dos direitos políticos.

A moderna, mulher que pode optar por exercer a grande multiplicidade de papéis que lhe é atribuída ou escolher priorizar a sua vida profissional. Ela pode decidir ser uma excelente dona de casa e mãe, sem que isso lhe traga prejuízo em sua valorização como mulher.

A mulher da melhor idade ainda é bela, cheia de vida, tem muito para oferecer. Seus cabelos brancos, se não os tinge, são um orgulho enorme. Eles falam de vivência, de experiência, de sabedoria! Os mais novos precisam dela – filhos, netos, bisnetos – de tudo que for capaz de transmitir e ensinar.

É nesta fase da vida que o sexo tem mais prazer sejam casadas, solteiras, separadas ou viúvas, que a carreira está estabilizada e muitas vezes no auge, tem liberdade sobre a própria vida e a autoestima está no lugar. É essa a bagagem que as mulheres estão trazendo para a maturidade.

Pois é nesta fase em que a mulher passa a usufruir de prazeres e cuidados que, em outra fase da vida, dedicou à família, a provar sua capacidade como esposa, mãe e profissional. Pela primeira vez na vida elas podem ser elas mesmas, escolher o que querem para si. Elas se sentem mais felizes do que quando eram mais jovens.

A grande conquista da mulher atual é o poder de escolha. Decidir qual o melhor momento para ter filhos e quantos filhos ter, ou optar simplesmente por não ter nenhum.

 

Baseado nos textos de Amarolina Ribeiro para Brasil Escola 
e Verônica Mambrini para Delas - IG
Imagem: google.com

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