VALORIZAÇÃO DA VIDA

Cada minuto de nossas vidas é uma oportunidade de melhoria contínua. Se desejamos viver mais e melhor e conquistar o direito de ser feliz, precisamos romper com o imobilismo e acabar com as desculpas. A transformação deve ter início no interior de cada um de nós!

Tal ideal requer atitudes que nos estimulem a buscar a cada dia, mecanismos para melhorar a convivência na sociedade, no trabalho, na família, com os amigos…

Se realmente queremos mais qualidade pessoal na nossa vida, se acreditamos que vale lutar pela conquista de um estilo de vida com mais prazer e felicidade, se queremos agregar valores que nos levem à excelência como seres humanos, o ponto de partida é voltar nosso olhar para dentro de nós mesmos e refletirmos sobre o que é possível fazer para buscar o equilíbrio nas dimensões, física, profissional, emocional, espiritual, intelectual, e social.

Sob o ponto de vista psicológico, dos vários significados do amor, a valorização talvez seja a qualidade mais difícil de se encontrar em uma relação afetiva.

Muitos relacionamentos acabam porque falta a valorização como forma de estímulo mútuo, pois somente impulsionamos o nosso crescimento pessoal se na infância fomos valorizados pelos pais biológicos (ou substitutos), e na sequência da vida adulta, pela pessoa que escolhemos para compartilhar relações de amor.

No entanto, numa relação afetiva, não adianta sermos valorizados se não soubermos valorizar a pessoa amada. Somente despertamos as nossas potencialidades inerentes, se tivermos passado por experiências estimuladoras nesse sentido.

A valorização da vida é o combustível que alimenta – e move – o lado saudável do convívio e das relações humanas. Sem ela, os relacionamentos empobrecem e se desqualificam. Quando o estímulo psicológico inexiste desde a infância, o indivíduo torna-se um adulto inseguro, geralmente com auto-estima baixa e não raramente dependente de terceiros.

Na falta da valorização que estimula o amor nas relações inter-familiares, os aprendizados inexistem, assim como o crescimento e os resgates, que ficam comprometidos com a pobreza das relações.
Portanto, amar, acima de tudo, é valorizar a pessoa que escolhemos para compartilhar descobrimentos e verdades. A partir dessa prática, tudo torna-se mais fácil no sentido do crescimento mútuo, pois a vida no âmbito dos relacionamentos afetivos, tem a sua lógica e a sua coerência, tanto nas experiências em que a valorização gera amor, quanto nas experiências em que a indiferença gera desamor.
É a partir da experiência do amor construído na base familiar, que valorizamos a vida e adquirimos segurança psicológica para vôos mais altos no sentido do crescimento pessoal, profissional e consciencial.

 

Baseado nos textos de Flavio Bastos para o site somostodosum.ig.com.br
e Elizabet Garcia Campos para Psicologia Positiva
Imagem: sunset-hands-love-woman de Stokpic

 

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