LIMITES: TRÊS DIMENSÕES

        Limite é uma palavra que sempre vem à tona. Em geral empregada de forma queixosa: “Essas crianças não tem limites!”; ou então, com um quê de autoritarismo: “É preciso impor limites!”; ou ainda, como critica à família do vizinho ou dos alunos: “Esses pais não colocam limites!”. A obediência, o respeito, a disciplina, a retidão moral, a cidadania, enfim, tudo parece estar associado a essa metáfora. De fato, quem supostamente carece de limites é sempre uma criança ou um adolescente. Um jovem que dissesse “Esses adultos não tem limites” causaria estranheza e risos. Um adulto que se expressasse da mesma forma referindo-se aos jovens seria escutado e aprovado. Sempre foi assim e parece que sempre será: para a geração mais velha, a mais nova é desregrada, frívola, sem juízo e… ameaçadora. É importante lembrar que os jovens são reflexos da sociedade em que vivem e não uma tribo de alienígenas misteriosamente desembarcada no mundo, com costumes bárbaros adquiridos não se sabe onde. Se é verdade que carecem disso chamado de limites, é porque a sociedade deve estar privada deles. “Esses adultos não tem limites!” – se algum adolescente proferir tal diagnóstico talvez mereça algum crédito.

1. Transpor limites:

Maturidade e excelência
          “Passamos toda a infância procurando esquecer a criança que éramos na véspera.” O crescimento é isto. E a criança não deseja nada além do que não ser mais criança (Alain, 1948. Propos sur l’éducation. Paris, PUF, p. 11). Citação do livro (Pensamentos sobre a educação), escrito na primeira metade do século XX e servirá de partida para as reflexões sobre transpor limites.

Desenvolvimento
          Alain tem razão: mesmo a infância vivida em plena felicidade não é um fim em si, mas uma etapa a ser superada. A grande motivação a inspirar o pequeno viajante é justamente sair dela. Tal desejo se verifica a cada fase do desenvolvimento. Observe um bebê de 6 meses, “de quatro,” tentando em vão, engatinhar: ele move o corpo com gestos bruscos, resmunga, demonstra mau humor; quer deslocar-se para a frente e não consegue, eis o seu limite. Mas ele insiste, experimenta vários movimentos até que, finalmente, ultrapassa a fronteira e engatinha. Alguns meses mais tarde, cena semelhante se repete quando ele tenta andar. Anos mais tarde, vê-se essa criança orgulhosa por conseguir participar da vida dos adultos, ajudando em casa; mais tarde ainda é possível vê-la impondo fronteiras para proteger sua intimidade, demonstrando pudor e recato e exigindo ser tratada como “gente grande”. Durante toda a infância repete cenas desse tipo, nas quais a criança se esmera para fazer algo ainda difícil devido às limitações da idade. Essa é a mola afetiva do desenvolvimento: ampliar os horizontes, ter êxito no que era antes impossível, compreender coisas antes inexistentes ou misteriosas, impor a própria individualidade, ou seja, transpor limites.

A infância é por natureza uma fase marcada pela transitoriedade, portanto, pelo caminhar em direção ao estado adulto.

Excelência
          Ainda no entendimento de limites como fronteiras a serem transpostas. De fato, procurar a excelência nada mais é senão procurar ir além de si mesmo, tornar-se melhor do que se é e não necessariamente ser melhor do que o outro. A excelência implica competição, mas competição de alguém consigo mesmo.

          O conceito de excelência coloca um tema um pouco diferente daquele recém analisado, no sentido de transpor limites como crescimento, como múltiplas passagens da infância para a idade adulta. Tal superação de limites significa, essencialmente, tornar-se mais maduro. O conceito de excelência não se restringe a questão da maturidade (embora a pressuponha), mas situa-se na esfera do “melhor”, do ideal, da perfeição. A criança pode querer ser excelente no que faz, não como um adulto faria, mas, sim, da melhor forma possível para a sua idade. Portanto, a busca da excelência pode acompanha-la a vida toda e é a clara tradução de uma procura eterna de superação de limites. Eterna sim, porque sendo um ideal, a excelência nunca é realmente atingida: sempre se pode fazer melhor.

2. Respeitar limites:

O permitido e o proibido
No sentido restritivo da metáfora “limite” revela a fronteira que não deve ser transposta, a demarcação de um domínio que não deve ser invadido. Este é o sentido mais comum quando empregada para prescrever formas de educação em geral e moral em particular, ou para expressar uma queixa em relação à geração mais jovem. Na primeira parte do texto foi apresentado o limite como fronteira a ser transposta, seja em direção à maturidade ou excelência, no entanto, a maioria das crianças é sufocada por tantos limites que são convidadas a permanecer em seu mundo infantil ou adolescente, são desestimuladas a valorizar e procurar a excelência e o autorespeito. Todavia, se entendido como fronteiras que não devem ser transpostas, em geral é correto afirmar que lhes faltam limites. Na verdade, são as duas faces de uma mesma moeda: frequentemente, é a mesma pessoa que não transpõe os limites a serem superados e que atravessa aqueles a serem respeitados.

Liberdade
          O sentido restritivo da palavra, o limite enfrenta o grande tema humano que é a liberdade. Não transpor determinados limites é sujeitar-se a uma imposição, seja ela física ou normativa.

Os limites físicos não levantam grandes problemas de aceitação: o homem não tem asas e não pode voar, não tem força bastante para, com as mãos nuas, lutar contra um tigre ou levantar toneladas, não pode correr além de uma certa velocidade, não pode sobreviver sem comer e beber, etc. São limites concretos, objetivos. Evidentemente, também devem ser objeto da educação das crianças. Todos sabem os perigos que corre uma criança que começa a andar, ou um bebê que põe tudo na boca. Os nãos parentais são essenciais, e somente pais muito desleixados não cumprem esse papel preventivo. As próprias experiências sensório-motoras ensinam ao bebê, no embate com o mundo físico, o que ele consegue e não fazer, o que causa dor ou não, o que é perigoso ou não. Em resumo, desde cedo o bebê começa a situar sua liberdade em relação às leis físicas.

Todavia, os limites restritivos que levantam sérias questões políticas, éticas, existenciais, são os normativos, aqueles que a sociedade resolve criar e impor. Não posso pular de 10 metros de altura: conformo-me a esse limite porque sei que nada posso fazer contra ele. Não posso ouvir música no mais alto volume em plena madrugada: mas por que não posso? As leis da física me permitem fazê-lo; as leis dos homens, não. Mas em nome do quê devo respeitar essas leis? Aqui começa a grande questão da legitimidade dessas leis. E as crianças entram nesse universo de normas e de atritos desde a mais tenra idade. Portanto, os limites físicos colocam a dimensão do impossível, os limites normativos colocam a dimensão do proibido. Restringem a liberdade em nome de valores.

Viver
          Sim, viver, mas viver como? Para Aristóteles o supremo bem almejado pela humanidade é a felicidade. E aí reside um primeiro e amplo campo para o exercício da liberdade: várias são suas traduções, várias são as opções, e cada um é, pelo menos em parte, livre para escolher a sua. Em parte mesmo, porque nesse setor tão intimo da vida as pressões sociais são fortes, e não é raro políticos, religiosos, homens de propaganda, etc. repetirem incessantemente que ser feliz é isto ou aquilo e acabarem influenciando as decisões. No entanto é preciso reconhecer que cada um tem sua parte na responsabilidade pelos caminhos que escolheu para ter uma “vida boa”. E reconhecer também essa responsabilidade em relação aos filhos e alunos.

Na busca da realização da “vida boa”, o conceito de limite, no seu sentido restritivo, também é uma boa metáfora. Saber não ultrapassar alguns limites e não deixar-se amedrontar por outros é uma verdadeira arte que algumas pessoas desenvolvem com maestria e outras nunca chegam realmente a possuir. “Todo homem sensato”, escreve Aristóteles, “foge do excesso e da falta, procura a boa media e lhe dá preferência […] a virtude é uma espécie de media, já que o objetivo a que se propõe é um equilíbrio entre dois extremos”. A coragem é a justa medida” entre a covardia e a temeridade; a generosidade se encontra entre a prodigalidade e a avareza; a temperança, que recusa tanto a desmedida quanto o ascetismo, e a medida certa do usufruto dos prazeres; a “grandeza da alma” é a justa medida entre o desprezo pelas opiniões alheias e a busca desesperada de honras. Esses e outros exemplos mostram como a definição de limite como restrição é complemento necessário à definição do limite como barreira a ser superada. Por exemplo, o covarde não transpõe o limite de seu medo, e o temerário ultrapassa o da prudência. Naturalmente, essa capacidade de saber situar-se entre eles não é inata: É difícil mostrar-se virtuoso; em cada caso, atingir a justa medida não ocorre sem dificuldade. Quando adultos têm comportamento desmedido — como é atualmente o caso de uma certa classe média em relação ao consumo —, quando uma civilização inteira desdenhar limites — como os das reservas naturais —, é difícil acreditar que as crianças sejam capazes de valorizar e aprender a achar, para si, o justo meio”.

Deixar Viver
          A famosa expressão viver e deixar viver traduz uma certa filosofia de vida que, escrita de maneira menos elegante, significa dizer que cada um deve viver a sua vida e não se intrometer na vida dos outros. Zweig diz trata-se de uma máxima mais humana que todos os imperativos categóricos. Porém, sua expressão um tanto vaga pede que ela seja bem equacionada. Se deixar viver for interpretada como total indiferença em relação aos demais, portanto como justificativa para a falta de solidariedade, de compaixão, de compromisso pelas coisas públicas, representará uma péssima postura ética. Em compensação, se for interpretada simultaneamente como cuidado para não atrapalhar ou violentar os outros e como tolerância para com seus costumes, aí, sim, parece ser uma boa máxima. E naturalmente com essa segunda interpretação pode optar-se por deixar viver como lema.

Se viver é uma arte, “deixar viver” também não é nada simples. Existem aqueles que não querem deixar os outros viverem em paz, ou não sabem como fazê-lo; a todo momento, ultrapassam os limites que permitiriam, justamente, a tranquilidade e a paz alheias. Alguns exemplos são clássicos, a começar pelo “moralista”, ou seja, aquele que tem a pretensão de normatizar as mínimas condutas de seus contemporâneos. O interessante é que o moralista clássico costuma eleger, com verdadeira obsessão, os comportamentos sexuais alheios como objeto predileto de suas investidas normatizadoras. Ora, se não há dúvida de que cada um tem certa legitimidade para julgar os outros, o campo desse julgamento deve se restringir aos comportamentos que interferem no bem-estar da sociedade, sem incluir aqueles que dizem respeito à vida privada. A grande dificuldade do moralista está, justamente, em traçar essa fronteira entre as esferas pública e privada, o que a faz invadir, incessantemente, esta última. Um dos princípios básicos do “deixar viver” é justamente a separação entre o público e o privado, sendo sagrado o limite que protege a esfera da intimidade.

3- Impor limites:

Intimidade e segredo

Refletindo sobre a educação, Hannah Arendt escreveu as seguintes linhas:

Toda vida, e não apenas a vida vegetativa, emerge da escuridão e, apesar da tendência natural a colocar-se em plena luz. Precisa da segurança da escuridão para chegar a maturidade. É o que talvez explique por que filhos de celebridades frequentemente apresentam sérios problemas: a celebridade insinua-se entre as quatro paredes, invade o domínio privado, trazendo com ela, sobretudo nas condições atuais, a luz impiedosa do domínio público, que vem inundar toda a vida privada, e as crianças não mais dispõem do abrigo seguro onde poderiam crescer.

Para a filósofa alemã, os problemas identificados nos filhos de pais famosos tendem a se estender a todas as crianças, porque, quanto mais […] a sociedade moderna suprime a diferença entre o que é privado e o que é público, entre o que somente pode desabrochar na sombra e o que pode ser mostrado a todos em plena luz, isto é, quanto mais a sociedade intercala entre o público e o privado uma esfera social onde o privado torna-se público e vice-versa, mais ela torna as coisas difíceis para suas crianças que, por natureza, precisam de um abrigo seguro para crescer sem serem perturbadas.

Essas reflexões podem servir de introdução ao próximo tema: a construção, por parte da criança, de limites que lhe permitam preservar sua privacidade, sua intimidade, seus segredos.

Exposição e invasão
O jurista Costa Junior, que escolheu “O direito de estar só” como titulo de um de seus livros, apresenta um diagnóstico que merece atenção: “Aceita-se, hoje, com surpreendente passividade, que nosso passado e nosso presente, até mesmo os aspectos personalíssimos de nossa vida, sejam objeto de investigação”. De fato, todos estão sob permanente exame: somos mapeados, fichados, diagnosticados, entrevistados, arguidos, observados, fotografados, vigiados e, ainda por cima, ironizados com frases do tipo “Sorria, você está sendo filmado”, como se vê em cartazes de alguns estabelecimentos. Essa visibilidade de corpos e mentes é, por um lado, inevitável, pois existir significa ser visível e porque se vive em sociedade. Como escreve Simmel, todas as relações entre os homens repousam no fato de saberem coisas uns sobre os outros. Por outro lado, pode-se perguntar se a extensão e a profundidade com que se é observado não ultrapassam limites, justamente aqueles necessários para preservar um mínimo de privacidade. Ora, é justamente tal preocupação que leva alguns juristas a defender o direito de estar só, ou seja, o direito de impedir que outros, notadamente o Estado, penetrem na esfera da intimidade. A Constituição brasileira garante esse direito, ao afirmar que “são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas”. Porém, uma coisa é a lei garantir um direito, outra é ela ser respeitada na prática, ou mesmo compreendida e valorizada. Vários fatores concorrem para que as “fronteiras da intimidade” sejam invadidas ou até mesmo abertas pela própria pessoa que as deveria proteger.

Fronteiras da intimidade
Encontram-se criticas de diferentes quilates às invasões da intimidade ou a exposição voluntária de si, como enfatiza um comentário Paul Valéry:

Se duas pessoas brigam, é porque eram demasiadamente amigas. As relações superficiais são sempre boas. Mas a intimidade torna as mínimas variações muito sensíveis. Não se deve esquecer que ela consiste numa indiscrição permitida, oferecida ou solicitada, cujos limites são incertos; a impressão que ela produz não é constante e exige grande atenção para exercer-se sem danos e sem consequências secretas, muito perigosas para a amizade.
[ ] só somos realmente íntimos das pessoas que possuem o mesmo grau de discrição que nós; o resto, o caráter, a cultura, o gosto, pouco importa”.

Já Sennett apresenta conclusões mais graves. ”Quanto mais íntimas são as pessoas, mais suas relações se tornam dolorosas, fratricidas e insociáveis”.

Tais afirmações vão na contracorrente do que uma certa psicologia pregava e ainda prega: o falar-de-si sempre traria claros benefícios para o bem-estar psicológico e até mesmo para o desenvolvimento da inteligência. Nas décadas de 1950 e 1960, muitas pesquisas em torno do self-disclosure (o falar-de-si) tentaram mostrar correlações entre a posse de qualidades psicológicas (como construção da identidade e capacidade de ter bons relacionamentos sociais) e a disposição e prática de falar-de-si. Tais investigações, porém, sofriam certa influência do otimismo da época em relação ao valor das trocas de confidências. E, como apontaram outros pesquisadores, se é certo que o encontro de intimidades pode trazer benefícios psicológicos, existe uma justa medida além da qual o falar-de-si é mais prova ou causa de desequilíbrio do que de sanidade mental.

O etólogo Altman além de mostrar a presença de limites que protegem a privacidade em todas as culturas, também relata casos de desequilíbrio mental decorrente da ausência ou fragilidade desses limites.

O segredo
Na verdade, mais preocupada em “fazer falar”, a psicologia quase nada investigou a respeito da importância do segredo no desenvolvimento infantil. Encontram-se algumas referências aqui e ali, muitas vezes indiretas, mas nada de muito articulado. Mesmo assim, é possível encontrar marcos na gênese da noção de segredo, começando pelo próprio bebê.
Ter segredo significa esconder algo. Em geral, o que se esconde são sentimentos ou ideias. O enamorado não correspondido pode preferir não tornar pública sua paixão, até mesmo para a moça que atormenta suas noites. O militante pode nunca falar de suas convicções num sistema político ditatorial ou totalitário, no qual a expressão de certas ideias é duramente punida. Mas o segredo pode também dizer respeito ao corpo: escondem-se certas marcas, certos contornos, certas particularidades. Os motivos da ocultação são variados: medo, pudor, vergonha, interesse, etc. Ora, cabe então perguntar a partir de que idade uma criança começa a esconder certas coisas, ou a esconder-se, fisicamente falando. A pergunta é de fácil formulação; no entanto, a resposta apresenta uma dificuldade precisa: como saber se, realizando determinados gestos que lembram o ato de esconder, a criança realmente tem a intenção de subtrair um objeto da vista dos outros? Como saber se, quando um bebe coloca um pano em cima do rosto, realmente tem a noção de que tal gesto o esconde em parte? Finalmente, como saber se, ao ficar atrás de uma porta, ele não está apenas se afastando, mas escondendo-se?

Direito a intimidade
É bem provável que avalie-se que tanto a necessidade de privacidade quanto a gênese da noção de segredo nada tem de universais; seria apenas uma configuração histórica, notadamente associada ao chamado individualismo burguês, que tende a hipervalorizar o que é privado em detrimento do que é público. Assim, a demanda de privacidade e intimidade não corresponderia a uma necessidade humana em si, mas apenas a uma visão de homem, alias suspeita de sacrificar o bem comum ao bem individual. Todavia, essa “relativização” histórica pode não dar conta do fenômeno. É claro que a privacidade muda de figura de século para século, do contrário não seria interessante nem possível escrever uma história da vida privada. É também claro que o “direito ao segredo” pode ser utilizado para fins escusos, como, por exemplo, o sigilo bancário para esconder fortunas provenientes do roubo, da corrupção ou da lavagem de dinheiro. Mas o fato é que, até onde se sabe, a privacidade parece corresponder a uma necessidade humana, e se é fato que suas formas variam de época para época e de cultura para cultura, também é verdade que sua presença é sempre identificável.

Conclusão
O Texto procura mostrar que a palavra “limite” é uma bela metáfora e que normalmente é empregada no seu sentido moral restritivo e não somente empobrece o conceito, como também priva de enxergar relações mais complexas.
“Limite” pode significar aquilo que deve ser transposto, seja para atingir a maturidade, seja para caminhar em direção à excelência em alguns campos de atuação e conduta.
“Limite” pode significar aquilo que deve ser respeitado, não transposto, seja para viver bem, seja para deixar os outros viverem.
“Limite” pode também remeter à fronteira da intimidade, ou seja, ao controle do acesso dos outros à nossa pessoa.

Recortes elaborados por: José Luiz Nauiack
Fonte: Limites: Três dimensões educacionais 
Yves de La Taille, Ed. Ática, 3ª Edição, 2000, SP
Imagem: road-travel-fence-empty-10678-Skitterphoto

 

2 comentários em “LIMITES: TRÊS DIMENSÕES
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